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Eu sou mais uma dessas pessoas contaminadas pelo terrÃvel vÃrus do montanhismo. Essa doença traz conseqüências desastrosas na vida social do enfermo: ao invés de freqüentar as costumeiras baladas de fim de semana, o sujeito prefere madrugar e passar dias andando em meio ao mato, muitas vezes sem saber exatamente onde está. Além de enfrentar frio, calor ou chuva com a maior naturalidade, alimentando-se muitas vezes apenas com macarrão instantâneo e biscoitos. Não há cura conhecida para este mal, sendo que o pobre coitado que é acometido só encontra alÃvio quando está no cume de alguma serra, vendo o mundo lá do alto.

De fato, há tempos busco uma explicação para este fascÃnio que as montanhas exercem sobre mim. Na falta de uma resposta lógica, faço minhas as palavras de George Mallory:
"Por que escalar a montanha? Porque ela está lá!"


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